Deputado Goura participa de sessão da Câmara e apresenta Projeto de Lei que reduz uso de agrotóxicos na RMC

O Deputado Estadual Goura utilizou a tribuna popular durante a sessão desta terça-feira (17) para apresentar aos vereadores Projeto de Lei de sua autoria que cria a Zona Livre de Agrotóxicos na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). A proposta tramita na Assembleia Legislativa e será debatida em audiências públicas municipais.

De acordo com o Projeto, a redução do uso de agrotóxicos será gradual: 50% até 2025 e 100% até 2030. Os objetivos são melhorar a qualidade de vida da população, desenvolver maior produção orgânica, desenvolver a agricultura sustentável e incentivar a economia local.

O deputado pediu o apoio dos vereadores no debate e proposições de melhorias ao Projeto. “É possível pensarmos em uma transição trazendo maior valor produtivo e agregado ao agricultor, além dos benefícios ambientais, como despoluição das águas”, disse. Goura também falou sobre as condições peculiares e favoráveis a produção orgânica na RMC e sobre dados alarmantes a respeitos de uso de agrotóxicos.

O presidente da Casa, vereador Professor Assis agradeceu a presença e explanação do deputado sobre o Projeto de Lei e sugeriu a realização de uma audiência pública em São José dos Pinhais para debater o tema.

Assessoria de imprensa 17.09.2019

Um comentário em “Deputado Goura participa de sessão da Câmara e apresenta Projeto de Lei que reduz uso de agrotóxicos na RMC

  • 17 de setembro de 2019 em 18:28
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    Importante Projeto de Lei para fins de eliminação total do uso de agrotóxicos na agricultura em todos os 29 municípios que compõem a Região Metropolitana de Curitiba. Ganha o consumidor que vai se alimentar de um produto livre de resíduos que causam câncer, bom para o meio ambiente evitando a contaminação do solo e da água dos rios, bom também para o agricultor que evitará a contaminação pela exposição ao “veneno”.

    Mas é um Projeto muito ousado, que vai demandar muitos debates, consultas e audiências públicas, com toda a sociedade envolvida, com todos os produtores rurais da região. Haverá a necessidade de um grande programa de transição, com cursos e treinamentos para os agricultores, para a adaptação a um novo modelo de produção mais saudável.

    Não é simples, é extremamente complexo. O ensino para a agricultura, sempre direcionou para o modelo convencional de produção, que é relativamente “mais fácil”. Combater doenças das plantas e pragas por insetos utilizando apenas meios naturais e alternativos, é muito difícil mesmo. A discussão será longa e demandará investimentos do poder público.

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